terça-feira, 3 de novembro de 2015

Fast Food e Neofóbico

Gustavo Guitiérrez
 Vivenciamos a era do acesso fácil a informação, estamos conectado com as transformações, chamamos de globalização e eu chamo a geração do “fast food” onde copiamos e colamos sem nenhum esforço mental, formamos nossas opiniões no que ouvimos e vimos, bitolando nosso poder investigativo, preferindo decidir pela moda do momento do que contrariar; relacionamentos que julgamos serem benéficos e confrontar  opiniões públicas e pseudos intelectuais com opiniões formadas, nos mergulhamos nos prazeres transitórios endividando-nos em longas prestações supérfluas,   e mordaçando a verdade em beneficio de filosofias litúrgicas arcaicas que reina no momento e não contrariando nossa zona de conforto que eu chamo de “inertes do Sc. XXI”.  Fazendo vista grossa as questões sociopolíticas e religiosa, esta corrupção que prolifera como câncer na sociedade brasileira, apresento de forma panorâmica pois quando se fala em corrupção logo o que vem em nossa mente é “politicos” mas isto é uma visão míope pois a (Lei de Gerson) esta de alto a baixo impregnado no seio brasileiro, cada um se  corrompe de acordo com o que está a seu alcance seja na esfera pública ou privada e muitos preferem manter distancias das situações presentes, com receios de serem escrachados, preferem se esconderem atrás de uma santidade legalista, liberal, proselitistas e corruptas adequando-se com o sistema e se locupletando por meios de pessoas ávidos por um céu na terra com senso crítico destrutivo, o qual Karl Barth combateu, contrariando teólogos liberalistas reinante da sua época, que diremos de  Gustavo Guitiérrez uns dos patriarcas da teologia da libertação na América latina que preferiu ser excluído da sua comunidade do que compactuar com a teologia elitista e hipótrica  e que diremos da Conferencia do Nordeste em  1962, Onde os principais pastores, reverendos e teólogos, estudavam estratégias da participação da igreja na metamorfose social e politica que o Brasil passaria, a beira de um golpe ditatorial camuflado pelo militarismo onde qualquer conclave cheirava oposição,  Como cristão convicto não podemos ser neofóbico, medo de perder nossos princípios, nossa fé quando procuramos ser participativo no âmbito político-social e debatendo diversidades religiosas e políticas públicas confrontando mentalidades bairristas e arcaicas,  só assim nos fortaleceremos em unidade e alcançaremos escolas, prefeituras, empresas associações de bairros conselhos tutelares, e poderemos pensar numa sociedade futura melhor.
 Pr. Cláudio Luiz
É Pastor titular na Assembleia de Deus desde 2001
Médio em teologia (STPLM) Catedral das A. de Deus_910 SUL (Bsb.DF)
Com formação teológica superior nível III pela faculdade FAIFA (Goiânia-GO)
Superior em teologia Faculdade Unidas de Vitória-ES.
Membro do Conselho de Pastores do Distrito Federal e Entorno.

Capelão presidiário e hospitalar pela Ordem de Capelães Evangélicos do Brasil (OCEB).

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