sábado, 3 de outubro de 2015

É tempo de pregar

“E será pregado este Evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, vira o fim.” (Mateus 24.14; Marcos 13.10).
Nos dias 3 e 4 de outubro de 2015, será realizada na Igreja Presbiteriana Nacional (IPN), quadra 906, Asa Sul, Brasília, a VII Conferência de Evangelismo Urbano e a II ExpoCEU. Você está convidado a aproveitar o privilégio de receber a Palavra de Deus norteadora da nossa Missão como Igreja. O evento começa no sábado às 17h e tem como tema: “Trabalhemos enquanto é dia! O que você está fazendo?”, pois é tempo de pregar o Evangelho a toda criatura.
[No assim chamado Sermão Profético, Cristo ensinou que o Evangelho deveria ser pregado a todas as nações antes dele voltar]. Jesus não quer dizer que cada derradeira pessoa da terra tem de se converter antes da Parousia [do grego, a Presença, indicando a volta visível de Cristo], uma vez que é evidente pelo restante das Escrituras que esse nunca será o caso. Jesus também não quer dizer que cada indivíduo sobre a terra precisa ouvir o Evangelho, antes que ele retorne. O que Ele efetivamente diz é que o Evangelho tem de ser pregado por todo o mundo, como testemunho para todas as nações.

A ideia parece ser a de que o Evangelho será para todas as nações uma testemunha que convida a uma decisão. O Evangelho tem de se tornar uma força a ser levada em conta pelas nações do mundo. Não significa que cada membro de cada nação ouvirá o Evangelho, mas que este se tornará uma parte da vida de cada nação, de modo tal que não possa ser ignorado. O Evangelho deveria despertar fé, mas se for rejeitado, ele testificará contra aqueles que o rejeitaram. Portanto, a pregação do Evangelho reforçará a responsabilidade de cada nação com relação a ele.
A pregação missionária do Evangelho a todas as nações é na verdade, o sinal dos tempos extraordinário e mais característico. O período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo é a era missionária por excelência. Este é o tempo da graça, um tempo em que Deus convida e insta com todos os homens para serem salvos. Na Grande Comissão, na verdade este sinal toma a forma de uma ordem: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19). A promessa que segue indica que esta ordem missionária deve ser levada adiante por toda esta era:”E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (v. 20). Este sinal dos tempos, por essa razão deveria ser um grande incentivo para Missões. Desde o Pentecostes (a vinda do Espírito Santo), repousa sobre cada geração a obrigação solene de levar o Evangelho a cada nação.

Mas é importante observar que este sinal não nos autoriza a marcar uma data precisa para a segunda vinda de Cristo. Quem pode estar certo de quando o Evangelho já terá sido pregado como testemunho para todas as nações? Em quantas línguas e dialetos a Bíblia ou partes da Bíblia terão de ser traduzidos antes que esse alvo seja alcançado? Quantos membros de uma nação tem de ser evangelizados, antes que se possa dizer que o Evangelho será um testemunho para essa nação? E, o que de fato, constitui uma nação?
Temos humildemente de admitir então, que somente Deus poderá saber quando este sinal tiver sido totalmente cumprido. Entretanto, o fato de que o Evangelho está sendo pregado por todo o mundo é um sinal que nos assegura que Cristo veio e está voltando novamente, mas não nos conta exatamente quando isso ocorrerá. Enquanto isso, a igreja deve continuar a proclamar fielmente o Evangelho por todo o mundo, sabendo que Missões continuam a ser a característica peculiar desta Era até a Parousia.
Então, enquanto vivemos nesta terra, nós nos preparamos para a vida na nova terra de Deus, com Cristo. Através de nosso serviço real estão sendo agora reunidos os materiais de construção para aquela nova terra. Bíblias estão sendo traduzidas, pessoas estão sendo evangelizadas, crentes estão sendo renovados, e culturas estão sendo transformadas. Somente a eternidade revelará o significado total do que está sendo feito para Cristo aqui.]

Por Anthony Hoekema. Publicado no Boletim Nacional da IPN 

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